"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

EXCURSÃO AO OCEANÁRIO E AO PLANETÁRIO DE ARACAJU....

Foi realizado no dia 22 uma excursão ao OCEANÁRIO DE ARACAJU E AO PLANETÁRIO, com alunos do ensino fundamental ( 5ª, 6ª, 7ª e 8ª séries). Essa foi uma das ações do PDE escola, com o objetivo de subsidiar as práticas pedagógicas e melhorar a qualidade do ensino. Foram 35 alunos e 5 professores, saímos 8:00h da manhã e retornamos as 18:00h, foi um dia maravilhoso e repleto de conhecimento....
A Proposta Pedagógica do Colégio Estadual Francisco Figueiredo abrange, além da preocupação com a formação integral do aluno, o desenvolvimento de atividades que contemplem a contextualização dos conhecimentos e a interdisciplinaridade dos conteúdos. Assim, é fundamental que ocorra a identificação do que se faz na Escola com a vida, propiciando a integração entre teoria e prática, numa vivência enriquecedora, que considera os princípios da ciência, da ética e da cidadania. Inspirado nesses princípios, a Escola promove Excursões Pedagógicas, nas quais o aluno assiste aulas de campo, produz relatórios, participa de discussões, abrangendo conteúdos articulados de várias disciplinas.


SOBRE O OCEANÁRIO....
O oceanário tem cinco aquários de água doce e 11 de água salgada - habitados, respectivamente, por peixes do São Francisco e da costa do estado. Um recinto com tubarões vira ponto de alvoroço às 16h30, quando os animais são alimentados e os turistas podem tocá-los. O lugar também funciona como centro de reabilitação de espécies. O Oceanário de Aracaju fica na Orla de Atalaia, em Aracaju, o primeiro oceanário do Nordeste, com cerca de 60 espécies de peixes, vertebrados e crustáceos que habitam o litoral sergipano.
O Oceanário chama a atenção pelo interessante formato de tartaruga gigante, feita de palha, e abriga 18 aquários, cinco dos quais de água doce, e dois tanques repletos de peixes, tartarugas, lagostas, cavalos-marinhos, estrelas-do-mar, entre uma infinidade de outros animais marinhos.

SOBRE O PLANETÁRIO....
A estrutura inovadora tem 558 m² e conta com salas de imagens, de informática, de reunião (futuro laboratório de experimentos nas áreas de química e biologia), além do Planetário e de salas de apoio administrativo. Ao todo, a CCTECA dispõe de 82 equipamentos de experimentos interativos nas áreas de física, química e matemática, e mais três equipamentos externos, entre eles o Gyrotec, aparelho que simula a ausência de gravidade com círculos giratórios.
Em um dos ambientes da CCTECA, os visitantes podem fazer uso de 31 acentos reclináveis e um equipamento de tecnologia avançada para assistir a uma projeção do Sistema Solar. O Planetário, como é chamada a sala, auxilia os jovens no aprendizado de disciplinas como Geografia e Ciências e dá a todos os espectadores a sensação de realismo com a projeção de alta precisão. A CCTECA pode ser visitada diariamente por qualquer cidadão que tenha interesse e conta com o apoio de monitores, que orientam o público, explicando o funcionamento dos equipamentos. Professores da rede pública e particular também poderão agendar visitas com seus alunos, dando aos estudantes mais motivação e contato com a prática da ciência e tecnologia. Segue algumas fotos da nossa excursão.....






 Viajando assistindo DVD..... um luxo .....
 Chegada  ao Oceanário.....











 Passeio na orla....e pose para as fotos.....








 Assistindo uma palestra com o monitor do oceanário....





































 Hora do almoço...........





 Pausa para brincar no mundo da criança............







 Chegada ao planetário.........


















 

 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

HINO DA INDEPENDÊNCIA



Se a arte imita a vida, podemos notar que a história do Hino da Independência foi tão marcada de improviso como a ocasião em que o príncipe regente oficializou o fim dos vínculos que ligavam Brasil a Portugal. No começo do século XIX, o artista, político e livreiro Evaristo da Veiga escreveu os versos de um poema que intitulou como “Hino Constitucional Brasiliense”. Em pouco tempo, os versos ganharam destaque na corte e foram musicados pelo maestro Marcos Antônio da Fonseca Portugal (1760-1830).
Aluno do maestro, Dom Pedro I já manifestava um grande entusiasmo pelo ramo da música e, após a proclamação da independência, decidiu compor uma nova melodia para a letra musicada por Marcos Antônio. Por meio dessa modificação, tínhamos a oficialização do Hino da Independência. O feito do governante acabou ganhando tanto destaque que, durante alguns anos, Dom Pedro I foi dado como autor exclusivo da letra e da música do hino.
Abdicando do governo imperial em 1831, observamos que o “Hino da Independência” acabou perdendo prestígio na condição de símbolo nacional. Afinal de contas, vale lembrar que o governo de Dom Pedro I havia sido marcado por diversos problemas que diminuíram o seu prestígio como imperador. De fato, o “Hino da Independência” ficou mais de um século parado no tempo, não sendo executado em solenidades oficiais ou qualquer outro tipo de acontecimento oficial.
No ano de 1922, data que marcava a comemoração do centenário da independência, o hino foi novamente executado com a melodia criada pelo maestro Marcos Antônio. Somente na década de 1930, graças à ação do ministro Gustavo Capanema, que o Hino da Independência foi finalmente regulamentado em sua forma e autoria. Contando com a ajuda do maestro Heitor Villa-Lobos, a melodia composta por D. Pedro I foi dada como a única a ser utilizada na execução do referido hino.

Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Com informações do Portal do Governo Brasileiro
http://www.brasil.gov.br/pais/simbolos_hinos/hinos/Letra_indep/

FONTE: http://www.brasilescola.com/historiab/hinodaindependencia.htm

VÍDEO DO HINO DA INDEPENDÊNCIA

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL - 7 DE SETEMBRO.....



A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

FONTE: http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-brasil.htm

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

AULA PRÁTICA DE BIOLOGIA - 2ª A (ENSINO MÉDIO)

O professor Albertinho com os alunos do 2º A realizaram uma aula diferente.
Foram ao  povoado Alagoinhas onde realizaram um Coleta de Animais  para estudarem no laboratório da escola, facilitando assim a aprendizagem do conteúdo.
Parabéns professor pela iniciativa.....os alunos gostaram muito.